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Divertículo epifrênico gigante de esôfago: apresentação e tratamento

Marcelo Protásio dos Santos, Denise Akerman, Caio Pasquali Dias dos Santos, Paulo Vicente dos Santos Filho, Marcos Claudio Radtke, Fernando Bray Beraldo, [...]

DOI: 10.1590/S1679-45082017RC3954

RESUMO O divertículo epifrênico é uma patologia rara associada a distúrbios motores esofágicos e, frequentemente, assintomática, tendo indicações cirúrgicas bem estabelecidas. Relatamos um caso de divertículo epifrênico gigante em paciente de 59 anos, sexo feminino, sintomática, diagnosticada por exames complementares. Devido à sintomatologia, optou-se por tratamento cirúrgico, sendo realizada a diverticulectomia esofágica com cardiomiotomia e fundoplicatura parcial anterior laparoscópica.

O desafio terapêutico do aneurisma gigante da artéria esplênica: um relato de caso

Paulo Kauffman, Antonio Luiz de Vasconcellos Macedo, Roberto Sacilotto, Adriano Tachibana, Sergio Kuzniec, Lucas Lembrança Pinheiro, [...]

DOI: 10.1590/S1679-45082017RC3873

RESUMO O aneurisma gigante da artéria esplênica constitui condição rara, que representa risco de vida iminente para o paciente, necessitando, consequentemente, de correção cirúrgica urgente. Mulher de 61 anos, ex-fumante, hipertensa, com hipercolesterolêmica e multípara nos procurou por apresentar grande tumor no mesogástrio, achado de ultrassonografia abdominal. Apesar das dimensões do tumor, era assintomática. Angiotomografia e ressonância magnética de abdômen sugeriam tratar-se de aneurisma gigante de artéria esplênica com mais de 10cm de diâmetro, confirmado por angiografia. Foi submetida a […]

Controle endoscópico de papilomatose esofágica extensa sem indicação para tratamento endoscópico

Angelo Paulo Ferrari, Fernanda Prata Martins

DOI: 10.1590/S1679-45082017RC3905

RESUMO Apresentamos dois casos de papilomatose esofágica, lesão raramente relatada, que pode levar à disfagia, e que não teve melhora após tratamento endoscópico. Ambos os pacientes recusaram cirurgia e foram acompanhados por até 3 anos, sem alterações clínicas ou endoscópicas importantes.

Tratamento bem-sucedido de leucemia mieloide aguda recorrente após transplante com duplicação interna em tandem FLT3 usando combinação de indução por quimioterapia, infusão de linfócitos de doador, soferanib e azacitidina. Relato de três casos

Paulo Vidal Campregher, Vinicius Renan Pinto de Mattos, Marco Aurélio Salvino, Fabio Pires de Souza Santos, Nelson Hamerschlak

DOI: 10.1590/S1679-45082017RC3784

RESUMO A leucemia mieloide aguda é uma doença neoplásica de células-tronco hematopoiéticas com alta morbimortalidade. A presença de mutações de duplicação em tandem de FLT3 leva a altas taxas de recorrência e a menor sobrevida global. Os pacientes com duplicação em tandem de FLT3 são normalmente tratados com transplante de células-tronco hematopoiéticas na primeira remissão completa. No entanto, a incidência de recidiva pós-transplante é considerável neste grupo de pacientes, e a conduta, nestes casos, é um desafio. O relato descreve […]

Mutações no gene da cadeia leve da ferritina em duas famílias brasileiras com síndrome hereditária hiperferritinemia-catarata

Roberta Cardoso Petroni, Susana Elaine Alves da Rosa, Flavia Pereira de Carvalho, Rúbia Anita Ferraz Santana, Joyce Esteves Hyppolito, Claudia Mac Donald Bley Nascimento, [...]

DOI: 10.1590/S1679-45082017RC4006

RESUMO A síndrome hereditária hiperferritinemia-catarata é uma doença genética autossômica dominante associada a mutações na região 5’UTR do gene da cadeia leve da ferritina. Estas mutações elevam os níveis de ferritina, mesmo na ausência de sobrecarga de ferro. Os pacientes também desenvolvem catarata bilateral precocemente, devido ao acúmulo de ferritina no cristalino, e muitos são erroneamente diagnosticados como portadores de hemocromatose, sendo tratados de maneira inadequada. Os primeiros casos foram descritos em 1995, e diversas mutações já foram identificadas. Entretanto, […]

Baço acessório intrapancreático

Marcelo Protásio dos Santos, Aline Pacheco de Rezende, Paulo Vicente dos Santos Filho, José Eduardo Gonçalves, Fernando Bray Beraldo, Adriano Pereira Sampaio

DOI: 10.1590/S1679-45082017RC3942

RESUMO Mulher de 79 anos, com achado incidental em ultrassonografia de abdome de lesão sólida em cauda de pâncreas. Em ressonância magnética, foi confirmada lesão de 12mm. Foi aventada a hipótese diagnóstica de tumor neuroendócrino não secretor, sendo realizada pancreatectomia distal laparoscópica. Em estudo anatomopatológico, diagnosticou-se tecido esplênico, configurando baço acessório intrapancreático. Este tipo de manifestação topográfica de baço é rara, mas deve fazer parte dos diagnósticos diferenciais em tumores sólidos do pâncreas.

Pênfigo foliáceo como diagnóstico diferencial em lesões vesicobolhosas

Louise de Almeida Ferreira Fonseca, Célia Antônia Xavier de Moraes Alves, Ivan Aprahamian, Clóvis Antônio Lopes Pinto

DOI: 10.1590/S1679-45082017RC3828

RESUMO Considerando o desafio do diagnóstico clínico de lesões cutâneas de apresentação bolhosa, o presente trabalho procurou discutir as alterações histológicas, a apresentação e o raciocínio clínico para o diagnóstico de tais lesões. Paralelamente, a importância da patologia foi revisada na identificação destes quadros. Neste relato de caso, destaca-se a evolução clínica de um quadro de pênfigo foliáceo.

Correção cirúrgica de pênis e escroto ectópicos associada à orquidopexia bilateral

Daniel Santos Rocha Sobral Filho, Helder Damásio da Silva, Eulálio Damázio

DOI: 10.1590/S1679-45082017RC3927

RESUMO O pênis ectópico geralmente ocorre associado à transposição peno-escrotal, sendo raro isoladamente. Relatamos uma abordagem cirúrgica para um caso extremamente raro. Tratava-se de paciente do sexo masculino, 10 anos, com criptorquidia bilateral e pênis e escroto ectópicos, na região perineal, sem transposição peno-escrotal, representando uma associação ainda não descrita na literatura. Orquidopexia prévia sem sucesso, devido à ectopia do escroto. Por meio de uma incisão em Y invertido, mobilizou-se o pênis e preparou-se um retalho da pele perineal em […]

Poliartrite crônica como primeira manifestação de poliarterite nodosa sistêmica pediátrica

Glaucia Vanessa Novak, Koken Hayashi, Kohei Sampa, Yosuke Okumura, Gabriela Ribeiro Viola Ferreira, Clovis Artur Silva

DOI: 10.1590/S1679-45082017RC3783

RESUMO Na poliarterite nodosa sistêmica pediátrica, a artrite caracteriza-se pelo padrão agudo, geralmente evanescente, com oligoartrite, e afeta principalmente joelhos e tornozelos. No entanto, a poliartrite crônica com rigidez matinal e simulando artrite idiopática juvenil ainda não foi relatada. Descrevemos o caso de uma menina de 4 anos que apresentou poliartrite crônica aditiva com edema, dor à palpação e movimento, e rigidez matinal por 2 meses. Após 45 dias, também apresentou nódulos subcutâneos dolorosos e lesões eritêmato-violáceas na região extensora […]

Utilização off-label das rhBMP-2 como estratégia de regeneração do tecido ósseo em ameloblastoma mandibular

Henrique Celestino Lima e Silva, Adonai Peixoto Cheim Junior, Roberto Moreno, Sérgio Luis de Miranda

DOI: 10.1590/S1679-45082017RC3777

RESUMO A reconstrução óssea dos maxilares após ressecções tumorais é uma das tarefas mais difíceis para o cirurgião maxilofacial. As propriedades osteogênicas, osteoindutoras, osteocondutoras e não antigênicas do osso autógeno o colocam como o padrão-ouro para a solução de problemas de disponibilidade óssea. Entretanto a coleta do enxerto ósseo necessita de um segundo sítio cirúrgico, aumentando significativamente o custo e a morbidade associados ao procedimento reconstrutivo. A enxertia óssea ganhou uma excelente ferramenta com a descoberta das proteínas ósseas morfogenéticas […]

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