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Engenharia de tecidos cardíacos: atual estado da arte a respeito de materiais, células e formação tecidual

Isabella Caroline Pereira Rodrigues ORCID logo , Andreas Kaasi ORCID logo , Rubens Maciel Filho ORCID logo , André Luiz Jardini ORCID logo , Laís Pellizzer Gabriel ORCID logo

DOI: 10.1590/S1679-45082018RB4538

RESUMO Doenças cardiovasculares são responsáveis pelo maior número de mortes no mundo. O coração possui capacidade de regeneração limitada, e o transplante, por consequência, representa a única solução em alguns casos, apresentando várias desvantagens. A engenharia de tecidos tem sido considerada a estratégia ideal para a medicina cardíaca regenerativa. Trata-se de uma área interdisciplinar, que combina muitas técnicas as quais buscam manter, regenerar ou substituir um tecido ou órgão. A abordagem principal da engenharia de tecidos cardíacos é criar enxertos […]

Risco cardiovascular e uso do índice de conicidade em pacientes submetidos ao transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas

Suelyne Rodrigues de Morais, Ana Carolina Cavalcante Viana, Ana Filomena Camacho Santos Daltro, Priscila da Silva Mendonça

DOI: 10.1590/S1679-45082018AO4253

RESUMO Objetivo Analisar a prevalência de excesso de peso e a utilização do índice de conicidade para a avaliação do risco cardiovascular em indivíduos submetidos ao transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas. Métodos A amostra foi composta por 91 pacientes, de ambos os sexos, submetidos ao transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas, de setembro de 2008 a dezembro de 2013, com idade igual ou superior a 18 anos. Para traçar o perfil nutricional, foram coletados dados antropométricos, como peso, altura e circunferência […]

Associação entre inflamação subclínica, hemoglobina glicada e risco de apneia obstrutiva do sono

Carolina Vicaria Rodrigues D’Aurea, Bruno Gion de Andrade Cerazi, Antonio Gabriele Laurinavicius, Carolina Castro Porto Silva Janovsky, Raquel Dilguerian de Oliveira Conceição, Raul D Santos, [...]

DOI: 10.1590/S1679-45082017AO3900

RESUMO Objetivo Investigar a inter-relação entre proteína C-reativa de alta sensibilidade e hemoglobina glicada na predição do risco de apneia obstrutiva do sono. Métodos Foram incluídos todos os indivíduos participantes do programa de check-up do Centro de Medicina Preventiva Hospital Israelita Albert Einstein em 2014. Foi aplicado o questionário de Berlin sobre risco de apneia do sono, e avaliadas as dosagens de hemoglobina glicada e proteína C-reativa de alta sensibilidade. Resultados Foram incluídos 7.115 participantes (idade 43,4±9,6 anos, 24,4% mulheres). […]

Variabilidade da frequência cardíaca com base na estratificação de risco para diabetes mellitus tipo 2

Julia Silva-e-Oliveira, Pâmela Marina Amélio, Isabela Lopes Laguardia Abranches, Dênis Derly Damasceno, Fabianne Furtado

DOI: 10.1590/S1679-45082017AO3888

RESUMO Objetivo Avaliar a variabilidade da frequência cardíaca em adultos com diferentes níveis de risco para diabetes mellitus tipo 2. Métodos O grau de risco para diabetes mellitus tipo 2 de 130 participantes (41 homens) foi avaliado pelo questionário Finnish Diabetes Risk Score. Os participantes foram classificados em baixo risco (n=26), risco levemente elevado (n=41), risco moderado (n=27) e alto risco (n=32). Para medir a variabilidade da frequência cardíaca, utilizou-se o frequencímetro Polar S810i® para obter séries de intervalo RR […]

Concordância na avaliação de risco cardiovascular a partir de parâmetros antropométricos

Endilly Maria da Silva Dantas, Cristiane Jordânia Pinto, Rodrigo Pegado de Abreu Freitas, Anna Cecília Queiroz de Medeiros

DOI: 10.1590/S1679-45082015AO3349

ObjetivoInvestigar a concordância na avaliação do risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, a partir de diferentes parâmetros antropométricos, em adultos jovens.MétodosParticiparam do estudo 406 universitários, sendo aferidas as medidas de peso, estatura, e perímetros da cintura e cervical. Também foram calculados a relação cintura/estatura e o índice de conicidade. O coeficiente Kappa foi utilizado para avaliar a concordância na classificação do risco para doença cardiovascular. Também foram calculados os índices de concordância específica, positiva e negativa. O teste χ2 […]

Check-up e progressão do risco cardiovascular: existe espaço para inovação?

Raquel Dilguerian de Oliveira Conceição, Antonio Gabriele Laurinavicius, Nea Miwa Kashiwagi, José Antonio Maluf de Carvalho, Carlos Alberto Garcia Oliva, Raul Dias Santos Filho

DOI: 10.1590/S1679-45082015AO3216

RESUMOObjetivo:Avaliar o impacto do modelo tradicional de check-up na progressão do risco cardiovascular ao longo do tempo.Métodos:Estudo coorte-retrospectivo com análise de 11.126 prontuários de executivos assintomáticos, atendidos entre janeiro de 2005 e outubro de 2008. Foram observados dados demográficos, tabagismo, doenças cardiovasculares, diabetes, dislipidemia prévios, valores de colesterol total e frações, triglicérides, glicemia, proteína C-reativa, circunferência de cintura, esteatose hepática, escore de Framingham, síndrome metabólica, nível de atividade física, estresse, consumo de álcool e índice de massa corporal.Resultados:Foram incluídos 3.150 […]

Avaliação da aderência ao programa de reabilitação cardíaca em um hospital particular geral

Vanessa Mair, Ana Paula Breda, Marcos Eduardo Boquembuzo Nunes, Luciana Diniz Nagem Janot de Matos

DOI: 10.1590/S1679-45082013000300004

Objetivo:Identificar os principais fatores que influenciaram o participante do nosso programa de reabilitação cardiovascular a faltar em suas terapias e correlacioná-los a idade, risco cardiovascular e motivação de nossa população.MÉTODOS:Realizou-se um estudo retrospectivo transversal com 42 pacientes (69,15±13,93 anos) participantes do programa de reabilitação cardíaca de um hospital geral particular de São Paulo, por meio da análise de duas escalas: a Escala de Barreiras para Reabilitação Cardíaca e a Escala de Disposição. Utilizou-se a correlação de Spearman para relacioná-las com […]

Relevância da pré-hipertensão como categoria diagnóstica em adultos assintomáticos

Fernando Costa Nary, Raul D. Santos, Antonio Gabriele Laurinavicius, Raquel Dilguerian de Oliveira Conceição, José Antonio Maluf de Carvalho

DOI: 10.1590/S1679-45082013000300008

Objetivo:Avaliar a associação da pré-hipertensão com perfis metabólico, inflamatório e de risco cardiovascular em indivíduos assintomáticos.MÉTODOS:Entre 2006 a 2009, 11.011 adultos assintomáticos (média de idade de 43 anos; 22% mulheres) foram submetidos a protocolo de check-up, sendo classificados em 3 grupos: normotensos (pressão arterial

Idosas com síndrome metabólica apresentam maior risco cardiovascular e menor força muscular relativa

Darlan Lopes Farias, Ramires Alsamir Tibana, Tatiane Gomes Teixeira, Denis César Leite Vieira, Vitor Tarja, Dahan da Cunha Nascimento, [...]

DOI: 10.1590/S1679-45082013000200007

Objetivo:Comparar os parâmetros metabólicos, antropométricos, pressão arterial e força muscular de mulheres idosas com síndrome metabólica e sem síndrome metabólica.MÉTODOS:Estudo caso-controle com 27 (67,3±4,8 anos 31,0±5,0kg/m²) idosas com síndrome metabólica e 33 (68,8±5,6 anos 27,2±5,3kg/m²) idosas controle sedentárias. As idosas foram submetidas à avaliação de composição por meio da absorciometria de raio X de dupla energia e teste de força muscular de 10 repetições máximas na extensão de joelhos.RESULTADOS:Quando comparadas às idosas sem síndrome metabólica, as idosas com síndrome metabólica […]

Relação da circunferência do pescoço com a força muscular relativa e os fatores de risco cardiovascular em mulheres sedentárias

Ramires Alsamir Tibana, Tatiane Gomes Teixeira, Darlan Lopes de Farias, Alessandro de Oliveira Silva, Bibiano Madrid, Alexandre Vieira, [...]

DOI: 10.1590/S1679-45082012000300013

Objetivo:O objetivo do presente estudo foi verificar a relação da circunferência do pescoço com a força muscular relativa e os fatores de risco cardiovascular em mulheres sedentárias.MÉTODOS:Estudo transversal, realizado com 60 mulheres pré-menopausadas (33,9±9,1 anos; 67,4±13,6kg; 1,57±0,06cm e 27,2±5,3kg/m²). Com base no valor da circunferência do pescoço, a amostra foi dividida em dois grupos: Grupo Circunferência 35cm (n=33), para efeito de comparação da força muscular relativa e dos fatores de risco cardiovascular. A correlação entre as variáveis foi testada por […]

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