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Como escolher os alvos terapêuticos para melhorar a perfusão tecidual no choque séptico

Murillo Santucci Cesar de Assuncao, Thiago Domingos Corrêa, Bruno de Arruda Bravim, Eliézer Silva

DOI: 10.1590/S1679-45082015RW3148

O reconhecimento e o tratamento precoce da sepse grave e do choque séptico é a chave para o sucesso terapêutico. Quanto maior o atraso no início do tratamento, pior é o prognóstico, em decorrência da hipoperfusão tecidual persistente, e do consequente desenvolvimento e agravamento das disfunções orgânicas. Um dos principais mecanismos responsáveis pelo desenvolvimento da disfunção celular é a hipóxia. A adequação do fluxo sanguíneo tecidual e, consequentemente, da oferta de oxigênio à demanda metabólica, de acordo com a avaliação […]

Pró-calcitonina em pacientes com infecção por influenza A (H1N1) e insuficiência respiratória aguda

Péricles Almeida Delfino Duarte, Carla Sakuma de Oliveira Bredt, Gerson Luís Bredt Jr, Amaury César Jorge, Alisson Venazzi, Leônidas Gustavo Tondo, [...]

DOI: 10.1590/S1679-45082011AO1878

RESUMO Objetivo: Verificar os níveis de pró-calcitonina sérica em pacientes com insuficiência respiratória aguda secundária à influenza A (H1N1) admitidos à Unidade de Terapia Intensiva, e comparar esses resultados com valores encontrados em pacientes com sepse e trauma admitidos na mesma unidade. Métodos: Análise de prontuários de pacientes infectados com influenza A (H1N1) e insuficiência respiratória aguda admitidos na Unidade de Terapia Intensiva Geral em um período de 60 dias. Os valores de pró-calcitonina sérica e os dados clínicos e […]