4 results

Tratamento atual da síndrome coronária aguda sem supradesnivelamento do segmento ST

Fernando Morita Fernandes Silva, Antonio Eduardo Pereira Pesaro, Marcelo Franken, Mauricio Wajngarten

DOI: 10.1590/S1679-45082015RW3172

A síndrome coronária sem supradesnivelamento do ST geralmente resulta da instabilização de uma placa aterosclerótica, com subsequente ativação plaquetária e de diversos fatores de coagulação. O tratamento visa aliviar a dor isquêmica, limitar o dano miocárdico e diminuir a mortalidade. Diversos agentes antiagregantes e anticoagulantes provaram sua utilidade, e novas drogas passaram a compor o arsenal terapêutico, buscando maior eficácia anti-isquêmica e menores índices de sangramento. Apesar dos avanços, as taxas de mortalidade, infarto e reinternação ainda permanecem elevadas.

Como escolher os alvos terapêuticos para melhorar a perfusão tecidual no choque séptico

Murillo Santucci Cesar de Assuncao, Thiago Domingos Corrêa, Bruno de Arruda Bravim, Eliézer Silva

DOI: 10.1590/S1679-45082015RW3148

O reconhecimento e o tratamento precoce da sepse grave e do choque séptico é a chave para o sucesso terapêutico. Quanto maior o atraso no início do tratamento, pior é o prognóstico, em decorrência da hipoperfusão tecidual persistente, e do consequente desenvolvimento e agravamento das disfunções orgânicas. Um dos principais mecanismos responsáveis pelo desenvolvimento da disfunção celular é a hipóxia. A adequação do fluxo sanguíneo tecidual e, consequentemente, da oferta de oxigênio à demanda metabólica, de acordo com a avaliação […]

Fluidoterapia para a ressuscitação no choque séptico: qual tipo de fluido deve ser utilizado?

Thiago Domingos Corrêa, Leonardo Lima Rocha, Camila Menezes Souza Pessoa, Eliézer Silva, Murillo Santucci Cesar de Assuncao

DOI: 10.1590/S1679-45082015RW3273

A ressuscitação precoce de pacientes com choque séptico tem o potencial de reduzir sua morbidade e mortalidade. Os objetivos principais da ressuscitação no choque séptico incluem expansão volêmica, manutenção da perfusão tecidual e da oferta de oxigênio para os tecidos, guiados pela pressão venosa central, pressão arterial média, saturação venosa mista ou central de oxigênio e lactato arterial. Uma ressuscitação agressiva com fluidos, possivelmente em associação com vasopressores, inotrópicos e transfusão de concentrado de hemácias, pode ser necessária para atingir […]

Estratégias para uso adequado de antibioticoterapia em unidade de terapia intensiva

Camila Delfino Ribeiro da Silva, Moacyr Silva Júnior

DOI: 10.1590/S1679-45082015RW3145

O consumo de antibióticos é elevado, principalmente nas unidades de terapia intensiva. Infelizmente, a maior parte desse uso é inadequado e favorece o aumento de bactérias multirresistentes. Sabe-se que a terapia empírica inicial de amplo espectro diminui a mortalidade, porém o uso prolongado e irracional dos antimicrobianos, além da multirresistência, pode elevar o risco de toxicidade, de interações medicamentosas e de diarreia por Clostridium difficile. Algumas estratégias para o uso racional de antimicrobianos incluem evitar tratamento de colonização, descalonamento, monitorização […]