einstein (São Paulo). 01/jun/2015;13(2):196-201.

Check-up e progressão do risco cardiovascular: existe espaço para inovação?

Raquel Dilguerian de Oliveira Conceição, Antonio Gabriele Laurinavicius, Nea Miwa Kashiwagi, José Antonio Maluf de Carvalho, Carlos Alberto Garcia Oliva, Raul Dias Santos Filho

DOI: 10.1590/S1679-45082015AO3216

RESUMO
Objetivo:
Avaliar o impacto do modelo tradicional de check-up na progressão do risco cardiovascular ao longo do tempo.
Métodos:
Estudo coorte-retrospectivo com análise de 11.126 prontuários de executivos assintomáticos, atendidos entre janeiro de 2005 e outubro de 2008. Foram observados dados demográficos, tabagismo, doenças cardiovasculares, diabetes, dislipidemia prévios, valores de colesterol total e frações, triglicérides, glicemia, proteína C-reativa, circunferência de cintura, esteatose hepática, escore de Framingham, síndrome metabólica, nível de atividade física, estresse, consumo de álcool e índice de massa corporal.
Resultados:
Foram incluídos 3.150 pacientes. Houve piora de todos fatores de risco, com exceção do tabagismo, do aumento na incidência de doenças cardiovasculares e da população com risco médio ou alto para eventos cardiovasculares. Houve ainda redução na prevalência de pouco ativos, estresse e consumo de álcool..
Conclusão:
É prioritária a adoção de políticas de saúde por parte das empresas, para a melhora da condição de saúde e a redução dos custos advindos das doenças, além do absenteísmo a eles associados.

Check-up e progressão do risco cardiovascular: existe espaço para inovação?

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