einstein (São Paulo). 13/maio/2019;17(2):eRC4624.

Papiloma escamoso oral: uma visão sob aspectos clínicos, de fluorescência e histopatológicos

Sérgio Araújo Andrade ORCID logo , Sebastião Pratavieira ORCID logo , Juliana Fracalossi Paes ORCID logo , Marisa Maria Ribeiro ORCID logo , Vanderlei Salvador Bagnato ORCID logo , Fernando de Pilla Varotti ORCID logo

DOI: 10.31744/einstein_journal/2019RC4624

RESUMO

O papiloma escamoso oral é um tumor benigno, cuja patogênese tem sido associada à infecção pelo papilomavírus humano. A infecção pelo papilomavírus humano é um dos fatores de risco associado ao desenvolvimento dos carcinomas cervicais, anogenitais, faríngeos, laríngeos e da cavidade oral. O papiloma escamoso oral pode acometer qualquer região da cavidade oral, e a transmissão do papilomavírus humano ocorre por contato direto, relação sexual ou de mãe para filho durante o parto. O diagnóstico é clínico e histopatológico, e a remoção cirúrgica representa o tratamento de escolha. Recentemente, a fluorescência óptica de campo amplo tem sido empregada como exame complementar ao exame clínico convencional, no rastreio de lesões patológicas orais e para delimitação de margens cirúrgicas. Relatamos um caso de papiloma escamoso oral com suas características clínicas e histopatológicas, sob a perspectiva da fluorescência óptica de campo amplo.

Papiloma escamoso oral: uma visão sob aspectos clínicos, de fluorescência e histopatológicos

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