einstein (São Paulo). 06/abr/2018;16(1):eMD3863.

Ressonância magnética funcional para avaliação clínica da contratilidade uterina

Vinicius Adami Vayego Fornazari, Stela Adami Vayego, Denis Szejnfeld, Jacob Szejnfeld, Suzan Menasce Goldman

DOI: 10.1590/S1679-45082018MD3863

RESUMO

A contratilidade uterina fora da fase gestacional, durante o ciclo menstrual e as habituais variações funcionais do órgão, é um dos mecanismos responsáveis pela reprodução e fertilidade, devido sua ação direta nos mecanismos de condução dos espermatozoides até o óvulo e na implantação decidual. Patologias como leiomioma uterino, endometriose, adenomiose, síndrome dos ovários policísticos, bem como o uso de dispositivos intrauterinos e anticoncepcionais orais, podem alterar a funcionalidade da contratilidade uterina. Desta forma a ressonância magnética com sequências ultra-rápidas proporcionam uma avaliação dinâmica (cine-RM) e assim a correlação da qualidade da contratilidade uterina em pacientes com infertilidade ou patologias vigentes.

Ressonância magnética funcional para avaliação clínica da contratilidade uterina

Comentários