einstein (São Paulo). 02/maio/2019;17(2):eRB4733.

Imunosenescência: participação de linfócitos T e células mieloides supressoras nas alterações da resposta imune relacionadas ao envelhecimento

Amanda Soares Alves ORCID logo , Valquiria Bueno ORCID logo

DOI: 10.31744/einstein_journal/2019RB4733

RESUMO

O envelhecimento saudável está relacionado, pelo menos em parte, com a função adequada do sistema imunológico. Isso porque já foi relatado que, com o envelhecimento, algumas mudanças desse sistema são observadas, como a diminuição da percentagem e do repertório de células T pela involução tímica, acúmulo de células T de memória por infecções crônicas, compensação do número de células T naïve por proliferação homeostática, diminuição da capacidade de proliferação das células T frente a um estímulo, encurtamento dos telômeros, senescência replicativa das células T, e inflammaging, além do acúmulo de células mieloides supressoras. Este artigo visa esclarecer cada uma das mudanças, mencionadas, com o intuito de buscar meios de minimizar as limitações da imunosenescência. Caso seja possível estabelecer tais relações, essas células podem ser utilizadas como marcadores precoces e pouco invasivos de doenças relacionadas ao envelhecimento, além da possibilidade de serem utilizadas para indicar intervenções, avaliar a eficácia das intervenções e como ferramenta para alcance da longevidade com qualidade de vida.

Imunosenescência: participação de linfócitos T e células mieloides supressoras nas alterações da resposta imune relacionadas ao envelhecimento

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