einstein (São Paulo). 01/dez/2015;13(4):541-6.

Estudo do tendão do músculo peitoral maior utilizando ultrassonografia e elastografia em atletas de levantamento de peso

Alberto de Castro Pochini, Mario Ferretti, Eduardo Felipe Kin Ito Kawakami, Artur da Rocha Corrêa Fernandes, Andre Fukunishi Yamada, Gabriela Clemente de Oliveira, Moisés Cohen, Carlos Vicente Andreoli, Benno Ejnisman

DOI: 10.1590/S1679-45082015AO3335

RESUMO
Objetivo
Avaliar tendinopatia do músculo peitoral maior em praticantes de levantamento de peso utilizando ultrassonografia e elastografia.
Métodos
Participaram do estudo 20 sujeitos, sendo 10 com ruptura do tendão do músculo peitoral maior e 10 como controles. Avaliou-se o tendão músculo peitoral maior contralateral por meio de exames ultrassonográficos e elastografia. O aparelho de ultrassonografia utilizado era de alta resolução, e a avaliação foi realizada no modo B. A avaliação por elastografia foi classificada em três padrões, a saber: (A) se endurecido (mais de 50% de área com coloração azul); (B), se intermediário (mais de 50% verde); e (C), se amolecido (mais de 50% vermelho).
Resultados
A média de idade da amostra foi 33±5,3 anos. Foi encontrada diferença estatisticamente significante (p=0,0055) quanto à presença de tendinopatia avaliada pela ultrassonografia, pois 80% dos casos apresentaram tendinopatia músculo peitoral maior versus 10% nos pacientes controles. Não foram encontradas diferenças significantes entre os grupos quanto à presença de alteração na elastografia (p=0,1409).
Conclusão
Os pacientes praticantes de musculação de longa data apresentaram imagem à ultrassonografia com maior tendinopatia em relação aos controles, e não foi obtida significância estatística quanto à elastografia em relação aos controles.

Estudo do tendão do músculo peitoral maior utilizando ultrassonografia e elastografia em atletas de levantamento de peso

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