einstein (São Paulo). 30/out/2018;16(4):eAO4312.

Estudo comparativo da perda transepidérmica de água em pacientes com e sem hiperidrose por mensurador de câmara fechada em ambiente climatizado

Andre Miotto ORCID logo , Pedro Augusto Antunes Honda ORCID logo , Thiago Gangi Bachichi ORCID logo , Caio Santos Holanda ORCID logo , Ernesto Evangelista Neto ORCID logo , João Alessio Juliano Perfeito ORCID logo , Luiz Eduardo Villaça Leão ORCID logo , Altair da Silva Costa Jr ORCID logo

DOI: 10.31744/einstein_journal/2018AO4312

RESUMO

Objetivo

Avaliar a diferença entre a perda transepidérmica de água aferida entre pacientes com e sem diagnóstico de hiperidrose, em ambiente climatizado.

Métodos

Foram selecionados 20 pacientes com diagnóstico de hiperidrose e 20 hígidos, submetidos à aferição de maneira quantitativa, com mensurador de câmara fechada, em seis locais previamente estabelecidos.

Resultados

As medidas realizadas mostraram valores diferentes de perda transepidérmica de água em pessoas hígidas e naquelas com hiperidrose, principalmente em mãos e pés. No Grupo Controle, a mediana das aferições em mãos foi 46,4g/m2/hora (p25: 36,0; p75: 57,6), enquanto, no Grupo Hiperidrose, obtivemos a mediana de 123,5g/m2/hora (p25: 54,3; p75: 161,2) – p<0,001. Já nos pés, a mediana no Grupo Controle foi 41,5g/m2/hora (p25: 31,3; p75: 63,5) e, no Grupo Hiperidrose, foi 61,2g/m2/hora (p25: 32,3; p75: 117) – p<0,02. As medidas das regiões axilares também mostraram diferença. No Grupo Controle, obtivemos mediana 14,8g/m2/hora (p25: 11,8; p75: 19,0) e, no Hiperidrose, 83,5g/m2/hora (p25: 29,5; p75: 161,7) – p<0,001.

Conclusão

A mensuração da perda transepidérmica de água é suficiente para diagnóstico e acompanhamento de pacientes com hiperidrose.

Estudo comparativo da perda transepidérmica de água em pacientes com e sem hiperidrose por mensurador de câmara fechada em ambiente climatizado

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