einstein (São Paulo). 01/jun/2010;8(2):187-91.

Avaliação do método de quimioluminescência na análise de homocisteína plasmática e sua comparação com o método de HPLC em amostras de crianças

Thais Moura Gascón, Fernanda Schindler, Claudia Giorgia Bronzatti de Oliveira, Fabiola Isabel Suano Souza, Sonia Hix, Roseli Oselka Sacardo Sarni, Ana Paula Arantes Bacan, Vania D'Almeida, Auro del Giglio, Fernando Luiz Affonso Fonseca

DOI: 10.1590/s1679-45082010ao1499

RESUMO
Objetivo:
Comparar os resultados da concentração de homocisteína usando os métodos de quimioluminescência e HPLC em amostras de crianças escolares. Determinar os valores de referência desse grupo etário e avaliar o valor prognóstico real da homocisteína em crianças saudáveis.
Métodos:
Um estudo prospectivo observacional foi executado para determinar os níveis de homocisteína usando dois ensaios diversos, o HPLC e a quimioluminescência, em 185 amostras de crianças em idade escolar moradoras da cidade de Santo André, que não apresentassem doenças crônicas ou inflamatórias, na ausência de desenvolvimento puberal.
Resultados:
Os resultados foram apresentados em percentis e os valores de referência foram determinados para esse grupo etário (7-9 anos). As concentrações de homocisteína variaram de 2,0 a 9,9 µmol/l (r = 0,821 e p < 0,001).
Conclusões:
Verificamos que o método da quimioluminescência é comparável ao método HPLC quando as técnicas são usadas para detectar a homocisteína em crianças em idade escolar. Houve importante correlação entre os dois métodos, o que permite a investigação desse aminoácido como um fator de risco para doenças cardíacas.

Avaliação do método de quimioluminescência na análise de homocisteína plasmática e sua comparação com o método de HPLC em amostras de crianças

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