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Exercícios dos músculos do assoalho pélvico exclusivos ou em combinação com oxibutinina no tratamento da enurese não monossintomática. Um estudo randomizado controlado com 2 anos de seguimento

Renata Martins Campos ORCID logo , Adélia Correia Lúcio ORCID logo , Maria Helena Baena de Moraes Lopes ORCID logo , Claudia Rosenblatt Hacad ORCID logo , Maria Carolina Ramos Perissinotto ORCID logo , Howard I. Glazer, [...]

DOI: 10.31744/einstein_journal/2019AO4602

Resumo Objetivo Comparar os resultados da uroterapia padrão isolada e associada ao treinamento dos músculos do assoalho pélvico isoladamente e em combinação com a oxibutinina no tratamento da enurese noturna não monossintomática. Métodos Trinta e oito crianças entre 5 e 10 anos de idade foram randomizadas em três grupos: Grupo I (n=12) realizou uroterapia padrão; Grupo II (n=15) realizou uroterapia padrão associada ao treinamento muscular do assoalho pélvico; e Grupo III (n=11) realizou uroterapia padrão associada ao treinamento muscular do […]

Incontinência urinária após histerectomia subtotal e total: revisão sistemática

Priscila Scalabrin Longo ORCID logo , Laura Virilo Borbily ORCID logo , Felipe Placco Araujo Glina ORCID logo

DOI: 10.31744/einstein_journal/2019RW4320

RESUMO Objetivo: Avaliar qual a melhor conduta cirúrgica na incontinência urinária feminina. Métodos: Revisão sistemática conduzida no MEDLINE®, Cochrane, EMBASE e LILACS até 1º de setembro de 2017. Os artigos foram escolhidos de acordo com o tipo de estudo e de intervenção, e seus resultados. Os artigos foram selecionados por mais de um pesquisador, com base no título, no resumo e no texto completo. O checklist SIGN foi usado para avaliar vieses. Resultados: No MEDLINE®, foram recuperados 165 artigos. Foram […]

Síndrome urofacial de Ochoa: reconheça o sorriso peculiar e evite complicações urológicas e renais graves

Atila Victal Rondon, Bruno Leslie, José Murillo Bastos Netto, Ricardo Garcia de Freitas, Valdemar Ortiz, Antonio Macedo Junior

DOI: 10.1590/S1679-45082015RC2990

A síndrome de Ochoa é rara, e seus principais problemas clínicos são frequentemente não reconhecidos. Descrevem-se aqui características faciais de seis pacientes para auxiliar profissionais de saúde a reconhecer o sorriso invertido que eles apresentam e encaminhá-los para o tratamento adequado. Os prontuários médicos foram revisados e a condição urológica dos pacientes foi reavaliada clinicamente. A média de idade na última avaliação foi de 15,5 anos, variando de 12 a 32 anos. O seguimento médio foi de 35 meses (12 […]

Estudo comparativo, prospectivo e randomizado entre uroterapia e tratamento farmacológico em crianças com incontinência urinária

Renata Martins Campos, Antonio Gugliotta, Osamu Ikari, Maria Carolina Perissinoto, Adélia Correia Lúcio, Ricardo Miyaoka, [...]

DOI: 10.1590/S1679-45082013000200012

Objetivo:Verificar e comparar os resultados da modificação comportamental associado ao treinamento dos músculos do assoalho pélvico e modificação comportamental associado ao uso de cloridrato de oxibutinina em crianças com enurese não monossintomática.MÉTODOS:Foram randomizadas 47 crianças por meio de envelopes opacos e selados com numeração sequencial. O Grupo I foi composto por 21 crianças que receberam tratamento com antimuscarínico (oxibutinina) e o Grupo II por 26 pacientes que receberam treinamento dos músculos do assoalho pélvico. Ambos os grupos foram instruídos em […]

Fístula vesicovaginal continente

Luís Gustavo Morato de Toledo, Victor Espinheira Santos, Paulo Eduardo Gourlat Maron, Bruno César Vedovato, Moacyr Fucs, Marjo Deninson Cardenuto Perez

DOI: 10.1590/S1679-45082013000100022

A fístula vesicovaginal é uma comunicação anormal entre a bexiga e a vagina, sendo o tipo mais comum de fístula do trato urinário. A causa mais frequente no Brasil é a iatrogênica, secundária à histerectomia. Classicamente, as mulheres nessa condição, apresentam perda urinária contínua pela vagina e ausência de micção, com forte impacto negativo na qualidade de vida. Apresentamos um caso de fístula vesicovaginal totalmente continente, com seguimento de 11 anos, sem complicações.

Incontinência urinária após parto vaginal ou cesáreo

João Bosco Ramos Borges, Telma Guarisi, Ana Carolina Marchesini de Camargo, Thomaz Rafael Gollop, Rogério Bonassi Machado, Pítia Cárita de Godoy Borges

DOI: 10.1590/s1679-45082010ao1543

RESUMOObjetivo:Avaliar a prevalência de incontinência urinária de esforço, urge incontinência e incontinência urinária mista entre mulheres residentes no município de Jundiaí, e a relação entre o tipo de incontinência e história obstétrica dessas mulheres.Métodos:Foi realizado estudo de corte transversal, do tipo inquérito populacional, no qual foram entrevistadas 332 mulheres, que compareceram por qualquer motivo às unidades básicas de saúde do município de Jundiaí, entre Março de 2005 e Abril de 2006. Para isso, foi utilizado um questionário pré-testado contendo questões […]