einstein (São Paulo). 11/dez/2018;17(1):eAO4410.

Quando a cor ajuda

Ana Luiza Fontes de Azevedo Costa ORCID logo , Thiago Gonçalves dos Santos Martins ORCID logo , Ricardo Vieira Martins ORCID logo , Paulo Schor ORCID logo

DOI: 10.31744/einstein_journal/2019AO4410

RESUMO

Objetivo:

Reduzir a identificação errônea de colírios, por meio do uso de substâncias com cores diferentes.

Métodos:

Um grupo de 34 voluntários saudáveis foi apresentado a dois grupos de quatro colírios cada. Todos os colírios foram colocados em frascos idênticos sem rótulo. Em um grupo de quatro colírios, todos tinham conteúdos transparentes. No outro grupo, cada um dos quatro possuía uma substância de cor diferente. A cada um foi atribuído um número, e o voluntário foi solicitado a identificá-lo por meio da cor. Medimos o índice de acerto na identificação dos colírios dos dois grupos.

Resultados:

Os voluntários possuíam nível de formação desde Fundamental incompleto até Pós-Graduação completa, sendo 16 do sexo masculino (48%) e 18 do sexo feminino (52%), com idades variando de 21 até 87 anos. O índice de acerto no grupo de colírios coloridos foi de 88% e, no grupo de colírios transparentes, de 24%.

Conclusão:

O uso de colorações em colírios pode auxiliar na diferenciação entre os frascos e prevenir a identificação errônea.

Quando a cor ajuda

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