einstein (São Paulo). 01/dez/2012;10(4):405-8.

Oxibutinina para tratamento de hiperidrose: análise comparativa entre gêneros

Nelson Wolosker, Mariana Krutman, Taiz Pereira Donozo Almeida Campdell, Paulo Kauffman, Jose Ribas Milanez de Campos, Pedro Puech-Leão

DOI: 10.1590/S1679-45082012000400002

Objetivo:
Avaliar os resultados do tratamento com baixas doses de oxibutinina em homens e mulheres com hiperidrose palmar e axilar.
MÉTODOS:
Análise retrospectiva de 395 mulheres e 170 homens acompanhados em nosso serviço com queixa de hiperidrose palmar e plantar, submetidos a um protocolo de 12 semanas de tratamento com oxibutinina. Melhora clínica da hiperidrose e da qualidade de vida foram estudadas por meio de um questionário específico, aplicado antes e após o tratamento.
RESULTADOS:
Dentre os pacientes em ambos os grupos, 70% apresentaram melhoria parcial ou grande no nível de hiperidrose após o tratamento. Os melhores resultados foram obtidos no grupo feminino, no qual 40% classificaram sua evolução como “ótima”. Aproximadamente 70% dos pacientes em ambos os grupos melhoraram sua qualidade de vida após a terapia médica e 30% não apresentaram mudança da condição inicial.
CONCLUSÃO:
Gênero é um fator que não interfere significativamente nos resultados do tratamento com oxibutinina. Os índices de qualidade de vida e o grau de melhora clínica da hiperidrose foram semelhantes em homens e mulheres.

Oxibutinina para tratamento de hiperidrose: análise comparativa entre gêneros

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