einstein (São Paulo). 01/abr/2011;9(2 Pt 1):236-43.

Leucemia mieloide crônica: passado, presente, futuro

Patricia Weinschenker Bollmann, Auro del Giglio

DOI: 10.1590/S1679-45082011RB2022

RESUMO

As descobertas do cromossomo Filadélfia, em 1960, e do oncogene BCR-ABL, em 1984, permitiram o desenvolvimento, nos anos subsequentes, de uma terapia-alvo que revolucionou o tratamento da leucemia mieloide crônica, mudando sua história natural. O uso do imatinibe resultou numa melhora expressiva do prognóstico e da evolução dos pacientes com leucemia mieloide crônica. Entretanto, surgiram mecanismos de resistência ou intolerância, que impedem a erradicação da doença numa parcela dos pacientes. Os inibidores de tirosina quinase de segunda geração mostram eficácia na maioria desses pacientes, exceto naqueles com mutação T315I. Aqui, foi realizada uma revisão global da leucemia mieloide crônica, destacando-se a evolução de seu tratamento.

Leucemia mieloide crônica: passado, presente, futuro

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